Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Jaboatão dos Guararapes decretam Estado de Greve

O SINPROJA (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município do Jaboatão dos Guararapes) reuniu, na manhã desta quinta-feira (26), na Escola Municipal Vereador Antônio Januário, em Prazeres, Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação, em grande Assembleia Geral, para discutir o andamento da pauta de reivindicações da categoria, entregue ao governo municipal em 1º de março e, que até o momento, não houve avanço por parte da Prefeitura. Com isso, a categoria decidiu, por unanimidade, aprovar o Estado de Greve no município.

 

Os Trabalhadores e Trabalhadoras saíram da Assembleia Geral em protesto pelas ruas de Prazeres, passando em frente à Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes e da Câmara de Vereadores. “Saímos para denunciar a falta do reajuste salarial da nossa categoria. A própria Lei exige que seja aplicado a partir do dia 1º de janeiro e estamos lutando pela garantia dos nossos direitos. Queremos valorização profissional, queremos formação de qualidade. O prefeito deste município nos obriga a estar nas ruas denunciando os desmandos da educação em Jaboatão dos Guararapes”, destacou Séphora Freitas da Secretaria de Assuntos Educacionais e Culturais do SINPROJA.

 

A categoria vem lutando por um reajuste salarial de 10,46% na carreira, retroativo a janeiro deste ano e extensivo as gratificações para todos os Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do município e, “se a Prefeitura não chamar para o diálogo, a saída vai ser decretar uma greve geral na educação municipal”, destacou o presidente do SINPROJA, Ronildo Oliveira. “A Prefeitura até o momento não apresentou nenhuma proposta financeira para nossa categoria e nem marcou a próxima rodada de negociação. Esperamos ser convocados o quanto antes e que seja apresentada uma proposta satisfatória para nossos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação”, concluiu.

 

Já na próxima quinta-feira, 3 de maio, O SINPROJA realiza, em Jaboatão Centro, assembleia com o desfile cívico de protesto municipal: A mudança que não aconteceu, em virtude do aniversário do Jaboatão dos Guararapes que completou 425 anos de história e do desrespeito com os profissionais da Educação.

 

 

 

 

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