Grito dos Excluídos (as): protestos contra miséria, preconceito e repressão

Sob o lema “Basta de miséria, preconceito e repressão! Queremos trabalho, terra, teto e participação!” companheiras e companheiros se juntaram, ontem (07/09) se juntaram, no Recife, para participar da 26ª edição do Grito dos Excluídos, manifestação que ocorreu tradicionalmente no Dia da Independência do Brasil.

Em meio à crise econômica e pandêmica causada pelo novo coronavírus, a CUT Pernambuco, movimentos sociais e populares, representantes de partidos políticos e de organizações não governamentais, estiverem presentes, para reafirmar a luta por direitos humanos e sociais.

Com bandeiras, banneesm faixas e cartazes, os participantes do ato também protestaram contra os desmandos do governo Jair Bolsonaro e contra a política do governo federal. As vítimas da Covid-19 em todo o país e a morte do menino Miguel Otávio, que estava sob os cuidados da patroa da mãe quando caiu de um edifício, foram lembrados pelo movimento.

A concentração ocorreu no Parque 13 de Maio, no bairro da Boa Vista, por volta das 9h. O grupo saiu em caminhada pelas ruas do centro da capital pernambucana, passando pela Rua do Hospício e Avenida Conde da Boa Vista, entre outras.

Na opinião do presidente da CUT Pernambuco, Paulo Rocha, a manifestação combate o golpe de 2016.que retirou recursos da saúde, da educação, da moradia e outros setores. Os sindicatos e os movimentos sociais estão firmes na luta e resistência. “Estamos fazendo esse 26º Grito dos Excluídos e Excluídas de forma simbólica, onde as pessoas participam. protestam, estão usando máscaras, álcool gel e alertam sobre a pandemia da Covid-19”. Ele ressaltou que, no Brasil, mais de 120 mil pessoas morreram devido à doença. “Já são mais de 126 mil mortes oficiais causadas pela Covid-19 e pelo descaso desse governo. Dentro da pandemia, ele (Bolsonaro) aproveita aproveita para passar um pacote de maldades contra o povo brasileiro”, enfatizou.

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