Secretaria de Aposentados do SINPROJA realiza última plenária de 2014

IMG-20141121-WA0003Na última quinta-feira (20), sócios aposentados do SINPROJA se reuniram para realizar uma plenária que contou com a presença de aproximadamente 70 pessoas e que deliberou sobre a realização da confraternização de final de ano, além de atividades para 2015.

Após a passagem de informes sobre pendências judiciais e o FGTS, os presentes aprovaram a realização da confraternização dos aposentados. O local será na praia de Maria Farinha, no Hotel Amoaras, serão disponibilizadas 100 vagas para inscrição que será realizada por meio de contato com o sindicato, seja presencialmente ou por telefone.

Para 2015 os aposentados planejam a formação de um Coral, esperando contar inicialmente com 30 pessoas. No repertório, música clássica, contemporânea e regional. Os interessados devem entrar em contato com o sindicato para realizar a inscrição.

 

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Por políticas afirmativas que combatam a intolerância e não que as reafirme

negra_intA chegada de novembro traz para muitos o imperativo da reflexão sobre o histórico de opressão vivido pelo povo negro. Desde o advento do escravismo até a exclusão social, vivida no cotidiano brasileiro, durante toda a sua formação histórica. A população brasileira mesmo sendo majoritariamente negra, expõe de forma cada vez mais desavergonhada seu racismo e com isso sua intolerância não apenas racial, mas também com os desencontrados nos padrões sociais elitistas.

Casos como o do jovem ator negro, preso no início de 2014, por ser apontado como ladrão dentro de um Shopping, sem que com ele fossem encontradas as provas do crime e que só depois de preso foi comprovada sua inocência; tratando ainda dos centros de compras, as inúmeras polêmicas a cerca dos “rolezinhos” promovidos por jovens da periferia; a cabeleireira que teve seus serviços recusados por uma cliente, que justificou a recusa em virtude da cor de pele da trabalhadora; as recorrentes agressões de torcedores do Grêmio ao goleiro do Santos, o Aranha; o Professor, no Espirito Santo, que disse e refirmou que “detestaria ser atendido por um médio negro”. Tais relatos são ainda maiores se contabilizadas as experiências não destacadas na imprensa.

Para repelir a reprodução dessas práticas, políticas afirmativas tem se consolidado como ferramentas de inclusão. A de maior destaque é a políticas de cotas. Elas servem como uma compensação histórica que o Estado brasileiro tem com a maior parcela da população que sofreu a exclusão e exploração, através do uso de sua mão de obra no passado não remunerada e depois consumida a baixíssimo custo.

A instituição da política de cotas para a inclusão do povo afrodescendente nas instituições públicas, seja nas universidades ou no funcionalismo público, causa o estranhamento dos que carregam na sua formação social a intolerância pelo diferente e a repulsa pelos socialmente excluídos. Expõem com tal reprovação sua indiferença histórica ao afirmar que cada individuo deve ascender conforme sua capacidade, mesmo que negando as diferenças sociais postas em um país que sempre reproduziu as mesmas práticas do tempo da escravidão.

Sejam casos concretos de práticas racistas ou implícitas no cotidiano da população, através de programas midiáticos como o Esquenta ou Sexo e as Nega, ambos da Rede Globo, reafirmam a atualidade e a presença concreta dessa violência social. Assim, políticas afirmativas promovidas pelo Estado, devem servir de reparação social, mas sobre tudo, compreendendo uma estratégia de país, com metas e prazos estabelecidos para o seu uso, do contrário estará reforçando as distorções vistas no passado e no presente.

Refletir o mês da Consciência Negra implica em usar do senso critico para compreender a necessidade da política de cotas hoje, tendo o discernimento político para evitar o mau uso através do aparelhamento social, com vieses eleitorais. Significa exercitar o contraditório, frente a uma expressão social minoritária que sempre esteve no poder e que recusa radicalmente a socialização deste poder. Obedece a necessidade de afirmar o povo brasileiro como um povo mestiço e por isso detentor de uma pluralidade étnica, que deve ser sobre tudo respeitada a partir de sua individualidade.

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SINPROJA INFORMA: ASSEMBLEIA GERAL

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SINPROJA cobra reativação do Núcleo Étnico Racial de Jaboatão durante Seminário de Consciência Negra

DSC01769Reforçando a importância do debate sobre a história e a representatividade que a população negra tem na formação da sociedade brasileira, o SINPROJA realizou na tarde de ontem (19), no auditório do sindicato, um seminário que reuniu entidades e especialistas para dialogar sobre temas como inclusão, cultura, racismo e violência racial.

Quem coordenou a mesa foi Neide Silveira, que também é diretora de Políticas Sociais do sindicato e ministrando as palestras estiveram Inaldete Pinheiro, Escritora e especialista em Literatura Afro-brasileira, além de Piedade Marques, da Marcha das Mulheres Negras de Pernambuco. Também marcaram presença o Fórum Étnico Racial de Jaboatão, Fórum de Mulheres de Jaboatão, Conselho Municipal da Mulher, Pastoral da Criança e o Conselho Municipal de Educação.

Durante a ocasião, em meio aos debates foi alvo de questionamentos e cobranças, o governo da cidade pela restruturação do Núcleo Étnico Racial de Jaboatão, vinculado a Secretaria Municipal de Educação, que foi extinta durante a gestão Elias Gomes. Onde segundo o acumulo e a troca de conhecimentos produzidos durante o seminário, tal extinção se configura como uma prática racista institucional, por parte da prefeitura.

Outros assuntos abordados trataram desde a necessidade da aplicação de políticas de inclusão racial e outros tipos de violência étnico raciais, dispostos até nos meios de comunicação, a exemplo da novela global, Sexo e as Nega e aspectos peculiares, na perspectiva da raça negra, que requer maior atenção das educadoras e educadores nas salas de aula, como a anemia foiciforme.

O SINPROJA reconhece a necessidade do aprofundamento de temas como esse, não apenas no mês da Consciência Negra, mas no cotidiano da intervenção sindical e por isso repudia qualquer atitude que provoque e estimule o preconceito, não apenas racial, mas de matriz religiosa, de gênero ou de orientação sexual.

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ESTAMOS DE LUTO

O SINPROJA comunica a todos e todas do falecimento da Genitora do nosso querido Vice Presidente João Eudes. Nesta madrugada no Hospital Unimed 3 na Ilha do Leite, onde se encontrava em coma desde a última quinta-feira, por ter sofrido um AVC.

O seu corpo será velado a partir das 10h no Cemitério Parque das Flores onde ocorrerá o sepultamento ás 16h. A família agradece a todos e todas que comparecerem a este ato de fé e solidariedade cristã.

O SINPROJA informa que estamos em luto e que a sede e subsede fechará a partir das 13H neste dia.

 

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Escola municipal Vidal de Negreiros propaga a paz

IMG-20141117-WA0010Diante do cotidiano de violência que assombra cidades, estados e o país, é de grande importância a iniciativa de muitas escolas da rede municipal de ensino de Jaboatão, com o Projeto Cultura de Paz, abraçado pelas unidades de ensino, Grupo Artífice da Paz de Jaboatão e o SINPROJA.

A Escola Vidal de Negreiros, por exemplo, têm participado ativamente de vários seminários promovidos pelo SINPROJA e por outras instituições, trabalhando a cultura de paz nas escolas, o combate à violência contra as Mulheres, entre outros. Foi com muito entusiasmo que nesta última sexta-feira (14), professores, estudantes, gestão escolar, funcionários e pais dos alunos, saíram às ruas da comunidade de Piedade, propagando a Paz, levando a esperança de uma sociedade de amor e justiça.

O SINPROJA parabeniza a comunidade escolar, por mais esta iniciativa, e reafirma o compromisso em defesa da escola pública, de qualidade, laica e de paz.

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Prefeito Elias Gomes quer jogar a Gestão Democrática no lixo

HotSiteImageDesde 1995 a educação de Jaboatão é referencia na implantação da gestão democrática nas escolas municipais. Já prevista na Constituição Federal de 88, por meio do artigo 206 e confirmada na Lei de Diretrizes de Base 9.394/96, esse modelo sempre foi conduzido nas escolas, com a escolha dos gestores escolares, por meio do SINPROJA, porém, a partir do governo Elias Gomes tal prática mudou, passando esta atribuição para a gestão municipal, que ao longo de dois mandatos vem desconstruindo uma historia de exercício democrático na educação da cidade.

Não há nada oficial, mas a prefeitura já aborda dificuldades em cumprir o prometido no primeiro semestre, onde indicou que os processos eleitorais de gestores escolares seriam realizados depois das eleições gerais. Hoje afirmam diversas dificuldades entre as demandas de final de ano, com a renovação das matriculas e dificuldades quanto a contratação de empresa de capacitação dos novos gestores.

Para o SINROJA, o que existe de concreto é a falta de vontade política por parte da prefeitura, que só promoveu neste ano duas reuniões da comissão de gestão democrática.  Vale recordar que a promoção do instituto da gestão democrática nas escolas municipais está previsto no Acordo Coletivo, onde estaria realizando as eleições nas escolas neste ano de 2014.

Defender um modelo de gestão democrática na educação convém mais que implantar eleições dos gestores nas unidades escolares, ela é a defesa de um modelo de educação diversa, plural e inclusiva, fundamental para a formação de cidadãos críticos. Ao que tudo indica, é bem o contrário dos que o governo Elias Gomes quer.

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SERVIDORES DE MORENO PEDEM AFASTAMENTO DO PREFEITO POR PROVÁVEL IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Após vários dias de greve, a educação de Moreno volta as ruas pela quebra de acordo firmado entre o governo daquele município e o SINPREMO (Sindicato dos Professores Municipais de Moreno), que depois de ter se comprometido a não retirar direitos conquistados através de muitas lutas, veio o descumprimento do acordo que causou um descontentamento entre Professores e demais Servidores de Moreno, que estão solicitando a Câmara Municipal de Vereadores a abertura de uma Sindicância para apurarem  prováveis  irregularidades na coleta de lixo e na empresa fornecedora da merenda escolar daquele município .

O SINPROJA esteve e estará presente nessa luta para que a Educação de Moreno volte a ser respeitada pelo Gestor daquele município e que os Professores sejam reconhecidos como peça principal no crescimento intelectual e profissional daquela cidade.

O SINPROJA continuará lutando junto com os companheiros(as) de Moreno e outras cidades por uma educação justa,igualitária e valorizada.

Parabéns aos Trabalhadores(as) do Moreno por não abrirem mãos dos seus direitos.

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SINPROJA realiza em novembro seminário sobre a Consciência Negra

Cartaz novembro negro SINPROJA

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CONVITE: Reunião OFICINA SPE

7, Novembro, 2014 Comments off

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